Via Láctea a ser empurrada pelo universo fora

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A Via Láctea, ou Via Láctea, é uma galáxia espiral da qual o Sistema Solar faz parte, esta galáxia, vista do planeta Terra, aparece como uma pequena faixa brilhante e difusa que circunda toda a esfera celeste, recortada por nuvens moleculares que lhe conferem um aspecto irregular e recortado. A sua visibilidade é muito comprometida pela poluição luminosa, mas, com poucas excepções, todos os objectos visíveis a olho nu pertencem a essa galáxia.

Investigação indica que a nossa galáxia, a Via Láctea, está de momento a ser atraída para uma região muito rica em galáxia, facto este já conhecido pelos cientistas. No entanto, a Via Láctea pode também estar a ser empurrada por uma força invisível.

A galáxia está a ser empurrada pelo universo fora por uma força invisível, assim sugere um estudo publicado na Nature. E é essa força que permite que a nossa galáxia viaje e acompanhe o universo em expansão. Esta teoria permite explicar porque é que a Via Láctea se tem movido a uma velocidade relativamente alta, um comportamento que os cientistas já tinham observado há cerca de 30 anos: “Encontramos um vazio exactamente na direcção oposta” ao do movimento da galáxia, o que sugere “um empurrão no sentido de uma falta de atracção”, explicou à BBC Brent Tully, um dos autores do estudo.

Há já muito tempo que os cientistas acreditam que a Via Láctea está a ser atraída para uma área rica em galáxias a cerca de 750 milhões de anos-luz de distância. A essa área, os astrónomos chamam Concentração de Shapley. Ainda assim, apesar de as galáxias se estarem a afastar umas das outras por causa da expansão do espaço, elas atraem-se através da força de gravidade. Essas atracções “causam movimentos desviantes”, que as levam com maior probabilidade para regiões de alta densidade do que para regiões de baixa densidade.
Neste caso em particular, da Via Láctea, os astrónomos acreditam que esta não está apenas a ser puxada para essa região (numa atracção que conseguiram observar através de modelos tridimensionais com a ajuda de telescópios), mas também está a receber um “empurrão” vindo das suas “costas”.

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