Os cientistas afirmaram que completaram a primeira terapia de genes contra o envelhecimento

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A CEO da Bioviva USA Inc, Elizabeth Parrish, diz ser o primeiro ser humano na história do mundo a ter conseguido reverter com sucesso os efeitos do envelhecimento natural – graças à terapia de genes experimental providenciada pela sua companhia.

Parrish foi pela primeira vez submetida a terapia de genes em 2015 – desenhada para proteger da perda de massa muscular que é inerente do envelhecimento e outra para combater o desaparecimento das células estaminais devido a doenças relativas ao envelhecimento.

Com a ideia original de comprovar que a terapia de genes da sua companhia era segura, os resultados – caso se verifiquem duradouros a longo prazo e consigam passar pelo escrutínio cientifico – seria a primeira demonstração com sucesso do alongamento dos telómeros em qualquer humano.

“As terapias actuais oferecem apenas benefícios marginais para pessoas que sofram de doenças do envelhecimento. Adicionalmente, a modificação do estilo de vida limitou o impacto de tratar estas doenças. Avanços na biotecnologia são a melhor solução, e se estes resultados estiverem perto de serem precisos, fizemos história”, frisou Parrish.

Nesse ponto, até Parrish concorda que é necessária mais informação para verificar os métodos; no entanto, se verificado, este trabalho será revolucionário.

Telómeros: Como funcionam

Os Telómeros são pequenos segmentos de DNA que se encontram nas pontas de cada cromossoma. Estes agem como ‘amortecedores’ para o desgaste e destruição gerados pelo envelhecer natural. Mas com a divisão celular continuada, os telómeros eventualmente tornam-se muito pequenos para proteger o cromossoma. Quando isto acontece, faz com que exista um mau funcionamento e leve ao envelhecimento.

A base do sucesso da Terapia de Genes de Parrish está relacionada com os valores de telómeros – que são calculados com base no comprimento dos telómeros nas células sanguíneas brancas (Linfócitos T). Maiores valores de telómeros significam ‘células mais jovens’. Quando comparados aos Linfócitos T comuns da população Americana da mesma idade, 44 anos Parrish afirma que as terapias de genes a que ela se submeteu funcionaram e reverteram vinte anos de encurtamento dos telómeros.

Como citado, é importante notar que os resultados ainda terão de ser verificados por uma fonte independente (que realmente é para o que serve a ciência). E a Bioviva continua a monitorizar cuidadosamente o sangue de Parrish e continuará a fazê-lo nos próximos meses, ou até anos, para garantir que o caso de sucesso observado nos leucócitos poderá se reflectir nos outros tecidos do corpo e órgãos; ou simplesmente se os efeitos poderão ser replicados de forma segura em outros pacientes humanos.

[ScienceAlert]

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