Novo comprimido como alternativa aos pró-bióticos

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Os pró-bióticos, provavelmente o suplemento mais importante dos últimos 20 anos, têm como função ajudar os triliões de bactérias que habitam as nossas entranhas. Nos últimos anos os pró-bióticos têm ganho uma quota significativa do mercado de medicamentos, com uma prospecção para os próximos cinco anos de cerca de 57 biliões de dólares.

A base deste tipo de suplemento é bastante simples, e cinge-se à promoção do crescimento de bactérias benéficas, e na prevenção do desenvolvimento de bactérias prejudiciais a fim de melhorar o processo de digestão, reduzir os riscos de certas doenças e aumentar a capacidade de resposta do sistema imunitário.

Mas apesar da simplicidade da ideia, esta tem se revelado um desafio mais elaborado do que o estimado anteriormente pelos cientistas, sendo que os resultados dos pró-bióticos até agora têm sido completamente inconclusivos, ajudando em alguns casos, e noutros casos, que constituem a maioria, estes não surtem qualquer efeito.

Apesar de os criadores destes suplementos afirmarem que estes ajudam nas mais diversas áreas, a verdade é que apesar de estes conterem inúmeras bactérias benéficas, apenas uma reduzida percentagem destas, chega ao destino. E se estas bactérias benéficas deveriam substituir as bactérias prejudiciais para nos fazer sentir melhor, o objectivo não está de modo nenhum a ser cumprido devido ao extremamente reduzido número de bactérias que atinge e cumpre o seu destino.

Devido a serem num número claramente inferior, tornam-se impotentes na missão que deveriam cumprir de substituir as bactérias prejudiciais, uma vez que não podem simplesmente solicitar que estas abandonem o seu habitat para que as novas e reduzidas habitantes do mesmo, se possam instalar.

Ultimamente os cientistas têm apostado num novo tipo de suplemento, chamado simbióticos, que combina num só, pré e pró-bióticos, e se os pró-bióticos são bactérias, já os pré-bióticos são um tipo de açucares criado para fomentar a sobrevivência das bactérias benéficas nas suas entranhas.

Até agora, todos os estudos elaborados com simbióticos têm demonstrado resultados extremamente positivos e promissores, e apesar de ser necessário efectuar estudos mais aprofundados em relação à ligação do consumo destes e da redução do risco de certas doenças, tudo indica que esta poderá ser a alternativa que se procurava.

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