Áreas de conservação moçambicanas com mais 3.100 animais

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As áreas de conservação de Moçambique já receberam, somente este ano corrente de 2017, mais de 3.108 animais. O país espera que a colocação de mais animais torne aquela zona mais atrativa para os turistas e continue a preservação e o aumento do número de animais destas espécies.

A Reserva Especial de Maputo (REM) e o Parque Nacional do Zinave (PNZ) já receberam este ano 3.108 animais, correspondentes assim a 66% do número anteriormente previsto para 2017, assim refere um comunicado da Administração Nacional das Áreas de Conservação de Moçambique (ANAC).

A nota refere ainda que a REM recebeu 2.325 animais, dos quais 1.162 oriundos do Big Game Park da Suazilândia, 251 da Reserva Ezemvelo, da África do Sul, e o remanescente vindo do Parque Nacional da Gorongosa.

O PNZ, que fica localizado na província de Inhambane, sul de Moçambique, recebeu 783 animais, incluindo 51 impalas e dois elefantes do Zimbabwe, 387 pivas e 93 changos do Parque Nacional da Gorongosa, e 250 búfalos da Reserva Nacional de Marromeu (RNM).

Já no que toca à Coutada Oficial n.º 9, no distrito de Macossa, província de Manica, recebeu da RNM um total de 200 búfalos.

“Esta operação de translocação constitui um marco histórico, por ser a maior que o país realizou, e pelo facto de o PNG e a RNM terem movimentado algumas espécies de fauna bravia para outras áreas de conservação”, referiu assim o comunicado.

A ANAC espera ainda que a colocação de mais animais torne as áreas de conservação mais atrativas ao turismo, mobilizando dessa forma mais investimento no sector. Mas também considera um ponto fulcral para a preservação e reprodução destas espécies.

Sem dúvida, esta operação de translocação constitui de facto um marco histórico para o país e para o continente, os resultados esperados são positivos e prometem melhorar diversos problemas em simultâneo.

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